Exames
No CMIT, é possível realizar o FibroScan®. Trata-se de um exame não invasivo, rápido e indolor, amplamente validado pela ciência, com suporte em milhares de publicações científicas. É hoje uma das principais ferramentas para a avaliação inicial e o seguimento de múltiplas doenças do fígado, permitindo estimar, sem recorrer à biópsia hepática, a presença de gordura no fígado (esteatose) e o grau de “cicatriz” do fígado (fibrose). Este exame baseia-se na transmissão de ondas através do tecido hepático. A rigidez do fígado, expressa em valores objetivos, ajuda a estimar o grau de fibrose, enquanto a atenuação da onda permite quantificar a esteatose. Ainda assim, os resultados devem ser sempre interpretados em função da doença hepática subjacente e do contexto clínico de cada doente. O FibroScan® tem sido amplamente utilizado na avaliação e monitorização de doentes com doença hepática esteatósica (anteriormente conhecida como “fígado gordo”), tanto na estratificação inicial do risco como na avaliação da resposta à terapêutica. A sua utilidade estende-se também a outras patologias, incluindo doenças hepáticas víricas, autoimunes, metabólicas, consumo de álcool, ... e, em centros diferenciados, doenças vasculares do fígado. Em determinadas circunstâncias, pode também ser efetuada a elastografia do baço, uma avaliação complementar que pode ajudar a estimar a existência de hipertensão portal clinicamente significativa, isto é, aumento da pressão nos vasos do abdómen. Esta informação pode ser particularmente útil no contexto de cirrose, de algumas doenças vasculares do fígado e na avaliação da resposta a determinados tratamentos. Para realizar o exame, é necessário um jejum mínimo de 3 horas. Trata-se de um procedimento simples, bem tolerado e sem dor, que demora apenas alguns minutos. Uma das grandes vantagens é que o resultado fica disponível no próprio momento da realização do exame, permitindo uma integração imediata na avaliação clínica. Nos doentes com fígado gordo, o FibroScan® é atualmente um dos métodos não invasivos mais úteis para estimar fibrose hepática e é recomendado como ferramenta preferencial de avaliação secundária de risco, superando frequentemente scores analíticos isolados como o FIB-4, sobretudo quando é necessária uma avaliação mais robusta em doentes com maior probabilidade de resultados menos precisos com fórmulas laboratoriais, como pessoas mais idosas, com diabetes ou obesidade.
No CMIT, é possível realizar o FibroScan®. Trata-se de um exame não invasivo, rápido e indolor, amplamente validado pela ciência, com suporte em milhares de publicações científicas. É hoje uma das principais ferramentas para a avaliação inicial e o seguimento de múltiplas doenças do fígado, permitindo estimar, sem recorrer à biópsia hepática, a presença de gordura no fígado (esteatose) e o grau de “cicatriz” do fígado (fibrose). Este exame baseia-se na transmissão de ondas através do tecido hepático. A rigidez do fígado, expressa em valores objetivos, ajuda a estimar o grau de fibrose, enquanto a atenuação da onda permite quantificar a esteatose. Ainda assim, os resultados devem ser sempre interpretados em função da doença hepática subjacente e do contexto clínico de cada doente. O FibroScan® tem sido amplamente utilizado na avaliação e monitorização de doentes com doença hepática esteatósica (anteriormente conhecida como “fígado gordo”), tanto na estratificação inicial do risco como na avaliação da resposta à terapêutica. A sua utilidade estende-se também a outras patologias, incluindo doenças hepáticas víricas, autoimunes, metabólicas, consumo de álcool, ... e, em centros diferenciados, doenças vasculares do fígado. Em determinadas circunstâncias, pode também ser efetuada a elastografia do baço, uma avaliação complementar que pode ajudar a estimar a existência de hipertensão portal clinicamente significativa, isto é, aumento da pressão nos vasos do abdómen. Esta informação pode ser particularmente útil no contexto de cirrose, de algumas doenças vasculares do fígado e na avaliação da resposta a determinados tratamentos. Para realizar o exame, é necessário um jejum mínimo de 3 horas. Trata-se de um procedimento simples, bem tolerado e sem dor, que demora apenas alguns minutos. Uma das grandes vantagens é que o resultado fica disponível no próprio momento da realização do exame, permitindo uma integração imediata na avaliação clínica. Nos doentes com fígado gordo, o FibroScan® é atualmente um dos métodos não invasivos mais úteis para estimar fibrose hepática e é recomendado como ferramenta preferencial de avaliação secundária de risco, superando frequentemente scores analíticos isolados como o FIB-4, sobretudo quando é necessária uma avaliação mais robusta em doentes com maior probabilidade de resultados menos precisos com fórmulas laboratoriais, como pessoas mais idosas, com diabetes ou obesidade.
No CMIT, disponibilizamos o estudo polissonográfico do sono nível III em ambulatório, um exame não invasivo e de elevada utilidade clínica, destinado à avaliação de alterações respiratórias durante o sono, em particular da síndrome de apneia obstrutiva do sono.
Realizado no domicílio, em contexto de sono habitual, este exame permite estudar de forma cómoda, prática e fiável um conjunto de parâmetros fundamentais da respiração noturna, sem necessidade de internamento ou permanência em laboratório do sono. Desta forma, torna-se possível obter informação clínica relevante no ambiente natural do doente, com maior conforto e simplicidade.
O estudo está especialmente indicado em pessoas com queixas como ressonar habitual, pausas respiratórias observadas durante a noite, despertares frequentes, sono não reparador, sonolência diurna, fadiga persistente, cefaleias matinais ou dificuldade de concentração. Pode também assumir particular importância em doentes com excesso de peso, hipertensão arterial, risco cardiovascular acrescido ou suspeita clínica de perturbação respiratória do sono.
Através de um equipamento portátil, simples de utilizar e bem tolerado, são registados durante a noite parâmetros como o fluxo respiratório, o esforço ventilatório, a oxigenação do sangue e a frequência cardíaca. A análise destes dados permite identificar alterações com impacto clínico relevante e contribuir de forma decisiva para o diagnóstico e orientação terapêutica.
A importância deste exame reside não apenas na deteção de uma doença frequente e frequentemente subdiagnosticada, mas também na possibilidade de intervir de forma precoce sobre uma condição que pode comprometer significativamente a qualidade de vida, o desempenho diário e a saúde cardiovascular e metabólica. Um diagnóstico atempado pode fazer a diferença no controlo dos sintomas, na redução do risco associado e na melhoria global do bem-estar do doente.
No CMIT, a realização deste exame integra-se numa abordagem clínica rigorosa, personalizada e centrada no doente. Tal como em qualquer exame complementar, os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica, dos sintomas e da avaliação médica individualizada, garantindo uma decisão diagnóstica e terapêutica ajustada a cada situação concreta.
O estudo polissonográfico do sono nível III em ambulatório representa, assim, uma solução moderna, cómoda e clinicamente relevante na abordagem das perturbações respiratórias do sono, permitindo aliar diferenciação técnica, conforto e proximidade, no contexto de uma medicina de elevada qualidade.
No CMIT, disponibilizamos o estudo polissonográfico do sono nível III em ambulatório, um exame não invasivo e de elevada utilidade clínica, destinado à avaliação de alterações respiratórias durante o sono, em particular da síndrome de apneia obstrutiva do sono. Realizado no domicílio, em contexto de sono habitual, este exame permite estudar de forma cómoda, prática e fiável um conjunto de parâmetros fundamentais da respiração noturna, sem necessidade de internamento ou permanência em laboratório do sono. Desta forma, torna-se possível obter informação clínica relevante no ambiente natural do doente, com maior conforto e simplicidade. O estudo está especialmente indicado em pessoas com queixas como ressonar habitual, pausas respiratórias observadas durante a noite, despertares frequentes, sono não reparador, sonolência diurna, fadiga persistente, cefaleias matinais ou dificuldade de concentração. Pode também assumir particular importância em doentes com excesso de peso, hipertensão arterial, risco cardiovascular acrescido ou suspeita clínica de perturbação respiratória do sono. Através de um equipamento portátil, simples de utilizar e bem tolerado, são registados durante a noite parâmetros como o fluxo respiratório, o esforço ventilatório, a oxigenação do sangue e a frequência cardíaca. A análise destes dados permite identificar alterações com impacto clínico relevante e contribuir de forma decisiva para o diagnóstico e orientação terapêutica. A importância deste exame reside não apenas na deteção de uma doença frequente e frequentemente subdiagnosticada, mas também na possibilidade de intervir de forma precoce sobre uma condição que pode comprometer significativamente a qualidade de vida, o desempenho diário e a saúde cardiovascular e metabólica. Um diagnóstico atempado pode fazer a diferença no controlo dos sintomas, na redução do risco associado e na melhoria global do bem-estar do doente. No CMIT, a realização deste exame integra-se numa abordagem clínica rigorosa, personalizada e centrada no doente. Tal como em qualquer exame complementar, os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica, dos sintomas e da avaliação médica individualizada, garantindo uma decisão diagnóstica e terapêutica ajustada a cada situação concreta. O estudo polissonográfico do sono nível III em ambulatório representa, assim, uma solução moderna, cómoda e clinicamente relevante na abordagem das perturbações respiratórias do sono, permitindo aliar diferenciação técnica, conforto e proximidade, no contexto de uma medicina de elevada qualidade.
No CMIT, disponibilizamos o estudo polissonográfico do sono nível III em ambulatório, um exame não invasivo e de elevada utilidade clínica, destinado à avaliação de alterações respiratórias durante o sono, em particular da síndrome de apneia obstrutiva do sono. Realizado no domicílio, em contexto de sono habitual, este exame permite estudar de forma cómoda, prática e fiável um conjunto de parâmetros fundamentais da respiração noturna, sem necessidade de internamento ou permanência em laboratório do sono. Desta forma, torna-se possível obter informação clínica relevante no ambiente natural do doente, com maior conforto e simplicidade. O estudo está especialmente indicado em pessoas com queixas como ressonar habitual, pausas respiratórias observadas durante a noite, despertares frequentes, sono não reparador, sonolência diurna, fadiga persistente, cefaleias matinais ou dificuldade de concentração. Pode também assumir particular importância em doentes com excesso de peso, hipertensão arterial, risco cardiovascular acrescido ou suspeita clínica de perturbação respiratória do sono. Através de um equipamento portátil, simples de utilizar e bem tolerado, são registados durante a noite parâmetros como o fluxo respiratório, o esforço ventilatório, a oxigenação do sangue e a frequência cardíaca. A análise destes dados permite identificar alterações com impacto clínico relevante e contribuir de forma decisiva para o diagnóstico e orientação terapêutica. A importância deste exame reside não apenas na deteção de uma doença frequente e frequentemente subdiagnosticada, mas também na possibilidade de intervir de forma precoce sobre uma condição que pode comprometer significativamente a qualidade de vida, o desempenho diário e a saúde cardiovascular e metabólica. Um diagnóstico atempado pode fazer a diferença no controlo dos sintomas, na redução do risco associado e na melhoria global do bem-estar do doente. No CMIT, a realização deste exame integra-se numa abordagem clínica rigorosa, personalizada e centrada no doente. Tal como em qualquer exame complementar, os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica, dos sintomas e da avaliação médica individualizada, garantindo uma decisão diagnóstica e terapêutica ajustada a cada situação concreta. O estudo polissonográfico do sono nível III em ambulatório representa, assim, uma solução moderna, cómoda e clinicamente relevante na abordagem das perturbações respiratórias do sono, permitindo aliar diferenciação técnica, conforto e proximidade, no contexto de uma medicina de elevada qualidade.
Coordenador Prof. Doutor Filipe Nery
Prof. Doutor Filipe Nery

